FutureBox.TV
FutureBox.TV represents a complete offer for presenting video contents on specialized Rich Internet Application interfaces either for corporate or broad general audiences. The key success factor results from a strong visual impact to which end user interacts via strong ergonomics. The novel Internet TV approach represents a differential factor from other applications on this domain with a strong focus on content presentation and rich interaction. Platform is constructed based on an open model enabling the specification of suitable internet TV applications that are domain independent. Although client layer constitutes the wow factor, service layer enables easy configuration for the entire platform - based on simple data models and powerful workflows using Scriptor Server technology - enabling fast reaction to market stimuli. Further, the platform also enables real-time generation of video contents based on static information (e.g. pictures, text or audio files).
O FutureBox.TV apresenta uma oferta completa para visualização de conteúdo vídeo em interfaces RIA (Rich Internet Application) especializadas para audiências generalistas ou corporate. O factor chave de sucesso resulta de um forte impacto visual com o qual o utilizador final interage de forma ergonómica. Esta nova abordagem para Internet TV representa um factor diferenciador de outras aplicações neste dominio, através de um foco na apresentação do conteúdo e interacção. A plataforma tem por base um modelo aberto que permite especificar aplicações Internet TV independentemente do domínio. Embora a camada de apresentação seja o factor "espectacular", a camada de serviços permite uma fácil configuração para a plataforma inteira - baseado em simples modelos de dados e poderosos workflows do Scriptor Server - permitindo uma reacção rápida aos estímulos do mercado. Além disso, a plataforma também permite a geração em tempo real de conteúdo video baseado em informação estática (ex: fotografias, texto ou audio).
2008-2010 ViaTecla Software
Playlist
Categories
- Jantar-Debate APDC com António Barreto: "Sociedade do Conhecimento em Portugal. Um Retrato Social": Conhecimento, informação e comunicação. São conceitos claramente distintos mas "essenciais ao desenvolvimento e à verdade". E se Portugal tem comunicações ao nível da média comunitária e informação a caminhar nesse sentido, está muito aquém no que respeita ao conhecimento. Há que apostar na colaboração entre escolas, universidades e empresas, em mais exigência, mais investimento e mais internacionalização. Ao Estado cabe deve rever os seus incentivos ao investimento, assim como dar acesso a toda a informação que detém, porque só com ela haverá conhecimento e, em consequência, liberdade e democracia. Ideias apresentadas por António Barreto, orador-convidado do Jantar-Debate da APDC.
- A (r)evolução do LTE:
- Sessão de Abertura: Pedro Norton - Presidente APDC
- Sessão 01: LTE: agenda digital ou encaixe financeiro?: Qual o enquadramento regulatório europeu e o papel do regulador nacional? O que retirar das experiências europeias que já existem para ter uma aposta no LTE mais sustentada? Será o LTE uma das soluções para o cumprimento Agenda Digital da Comissão Europeia ou apenas a possibilidade de um encaixe financeiro para os Governos? A proposta de regulamento de leilão apresentada pelo ICP-ANACOM contribui para o desenvolvimento da Sociedade de Informação?
Oradores:
Georgios Ierodieconou - CITI
José Ferrari Careto - ANACOM
Peter Dunn - Cullen International
- Sessão 02: Evolução ou uma Revolução?: O que nos trazem de novo as redes móveis de alta velocidade? Como rentabilizar estas redes móveis de alta velocidade? Que (novos) modelos de negócio possíveis com o LTE? Haverá uma redução dos custos? Quais as possibilidades técnicas e qual a melhor solução: rede única ou projectos próprios de cada operador? Como aumentar o peso dos dados nas receitas dos móveis? Qual o papel dos smartphones e dos tablets? Que novos terminais, aplicações e utilizadores poderão viabilizar os investimentos necessários?
Oradores:
Cláudia Queirós - Ericsson
José Vilela - Alcatel-Lucent
Mário Pimentel - NSN
Pablo Brito - Huawei
Virgínia Teixeira - Cisco
Miguel Sampayo Ribeiro - Telcabo
Rui Louro - CBE
Moderador:
Ana Rita Guerra
- Sessão 03: Dumb pipe or smart pipe?: Serão as redes de alta velocidade móveis realmente necessárias nos timings que se prevêem? Como farão a diferença em relação ao que já existe? Que novos produtos e serviços poderão ser criados para atrair o consumidor? Quem serão os operadores? O que é que o consumidor pretende das redes de alta velocidade móveis? Como dinamizar o desenvolvimento e aparecimento de novos serviços e aplicações? O que já está a ser feito e o que falta fazer em termos de investimentos? Serão estas redes concorrentes ou complementares das redes fixas de alta velocidade? Como vão diferenciar-se e complementar-se para o cliente final? Quais as mais valias de umas e outras?
Oradores:
Alfredo Baptista - Portugal Telecom
Jorge Capelas Fernandes - Vodafone
José Pinto Correia - Optimus
Moderador:
António Lagartixo - Maksen
- Sessão 04: Back to the Future: Num mundo em acelerada evolução tecnológica, as redes móveis preparam-se para a alta velocidade. Com a introdução do LTE, serão possíveis velocidades de acesso inimagináveis e equiparáveis às das redes fixas. Que impacto terá o LTE no tipo de consumo feito sobre as redes móveis? Que conteúdos ganharão espaço no consumo em mobilidade? Iremos finalmente assistir à explosão de servicos de mobile tv? Que conteúdos digitais encontrarão no LTE uma rampa de explosão? Como se irão fundir ou divergir os conteúdos consumidos na tv, no PC, em mobilidade? Que alterações se poderão esperar ao longo da cadeia de valor? Como se estão a posicionar os produtores de conteúdos nesta cadeia de valor?
Oradores:
Francisco Teotónio Pereira - RTP
Henrique Monteiro - Impresa
Pedro Araújo e Sá - Cofina
Pedro Nunes Pedro - Público
Rolando Oliveira - Controlinveste
Rudolf Gruner - Media Capital Multimedia
Moderador:
Martim Avillez Figueiredo - Impresa
E sessão de Encerramento
- Apresentação e intervenção de Diogo Vasconcelos: A Europa e Portugal enfrentam enormes desafios. E as TIC podem e devem ser uma parte da solução, que passa pela aposta na inovação, por respostas diferentes a uma nova economia e a uma nova sociedade, pelo investimento em novas empresas e por parcerias. Esta foi a mensagem de Diogo Vasconcelos, orador convidado do primeiro Jantar-Debate do Ciclo APDC 2011.
Apresentação por Simon Willis, Cisco.
- Tomada de Posse e discurso de Pedro Norton: Uma iniciativa onde os novos corpos sociais da APDC tomaram posse e onde o novo presidente da Direcção da Associação, Pedro Norton, deixou bem claro que este será um mandato de continuidade, mas também de ambição e de abrangência. Porque "é preciso integrar perspectivas diferentes, alargar horizontes, desafiar certezas e fugir ao pensamento em silo".
- Sessão de Abertura: Diogo Vasconcelos - Presidente APDC
Luis Barroso - Vogal da CNPD
Udo Helmbrecht - Executive Director ENISA
José Amado da Silva - Presidente ANACOM
- Segurança de Rede e Privacidade nas Comunicações Electrónicas - Novas Regras e Novos Desafios: Os operadores de comunicações electrónicas passam este ano a estar obrigados a divulgar ao ICP-ANACOM, à Comissão Nacional de Protecção de Dados e, em alguns casos, aos seus clientes, as violações de segurança ou perdas de integridade das suas redes e serviços. É por isso urgente avaliar as novas regras europeias em matéria de segurança de redes e serviços, debater as suas implicações e assegurar que os principais stakeholders estão empenhados em endereçar este tema da forma mais adequada.
A falta de awareness sobre a relevância e implicações do tema da segurança e privacidade nas comunicações electrónicas pode ter consequências muito negativas para os operadores, clientes e para a confiança do mercado. É fundamental revisitar as best practices neste domínio, definir políticas de compliance adequadas e assegurar que, quando ocorre uma violação ou perda de integridade da rede, estejam criados os mecanismos necessários para reduzir seus impactos negativos.
Oradores:
Manuel Barros - ANACOM
Rodica Tirtea - ENISA
Mesa redonda:
Bruno Nunes - Huawei
Jorge Bonifácio - PT
Manuel Sequeira - ZON
Marco Raposo - Alcatel-Lucent
Rui Gomes - Vodafone
Rui Cohen - Optimus
Moderador:
Margarida Couto - VdA
- Os Novos Crimes do Mundo Digital: Cyberstalking, Hacking e Phishing: Num mundo cada vez mais digital, multiplicam-se as ameaças à segurança informática. O cibercrime - através de um verdadeiro exército de criminosos invisíveis e sem fronteiras - utiliza metodologias e ferramentas cada vez mais sofisticadas, adaptando-se a cada momento à rápida evolução do online e à multiplicidade de plataformas e de equipamentos através das quais se acede à Internet. As redes sociais e os produtos da Apple, como o iPad e o iPhone, serão ser grandes alvos dos cibercriminosos ao longo deste ano, segundo a Mcfee.
Spam, phishing, hacking, cyberstalking ou malware são hoje conceitos conhecidos por todos, que mostram bem o poder da criminalidade informática e as suas múltiplas frentes de ataque, cada vez mais complexas. E que colocam em risco crescente utilizadores, organizações e governos, apesar das múltiplas tentativas que têm vindo a ser feitas para o seu combate, a nível nacional, europeu e internacional. Que novas abordagens são necessárias para prevenir o cibercrime? Qual o papel das TIC e dos seus players neste processo? Qual é o ponto de situação da legislação actual e para onde se deve caminhar?
Oradores:
César Lopes - CEGER
David Marques - DRC
Manuel Lopes Rocha - PLMJ
Rogério Bravo - Policia Judiciária
Moderadora:
Luísa Proença - Polícia Judiciária
- Gestão da Privacidade e Segurança na "Nuvem" - Os Cloud Services como garantia de continuidade do negócio – Parte I: O cloud computing será uma das tecnologias estratégicas mais utilizadas em 2011 e está a mudar radicalmente a forma como as empresas gerem as suas infra-estruturas. Até 2014, espera-se que 40% de todas as aplicações a nível global estejam baseadas em servidores de cloud e 25% de toda a carga de trabalho existente nas TI estará em servidores hospedados na "nuvem". Sejam "nuvens"públicas, privadas ou híbridas, a computação em nuvem está na ordem do dia e é uma aposta de todos os fornecedores de serviços e fabricantes.
Mas se as vantagens são evidentes, muitos potenciais utilizadores olham para o cloud com desconfiança. As preocupações em torno da privacidade e segurança, com a virtualização de redes e dos dados trazida por uma plataforma de cloud, constituem um grande entrave à adopção deste tipo de tecnologia pelas organizações.
Quais os grandes desafios para os fornecedores deste tipo de serviços? Que tipos de respostas estão a dar ao mercado? Que modelos de serviços estão a desenvolver e que mecanismos de segurança disponibilizam? Que players do mercado disponiblizarão que tipo
Oradores:
Agostinho David - NSN
António Caixinha - Vodafone
Francisco Guerra - Cisco
João Machado Costa - Mainroad
Orlindo Santos - PT
Torsten Dinsing - Ericsson
Moderadores:
Magda Cocco - VdA
Duarte Braga - Mckinsey
- Welcome Day 01: William Stevens (Europe Unlimited)
Hugo Carneiro - Municipal Council of Porto
João Fernandes - Inov Capital
- Discussion Panel I: Mobile and fixed broadband as drivers of innovation
A panel of corporate speakers discuss how web and mobile can bring innovative solutions for big societal needs such as better mobility , energy-efficient and green cities or healthcare and aging
Moderator: José Ferrari Careto - ANACOM
Speakers: António Caixinha - Vodafone; Nuno Carvalho - CISCO; Manuel Ramalho Eanes - Optimus; Cláudia Queirós - Ericsson; Jan Vocke - Cartagena Capital
- Company Presentation Session I : 4- 6 innovative companies present in front of a panel of international corporate and financial investors
Experts Reviewers:
Iain Bitran (ISPIM), Jim Penberthy (Pera), Nico Goulet (Adara Venture Partners), Nuno Soares (Inova+), Siegfried Verstappen (Invest Hong Kong)
Presenting Companies:
Adsmedia, Cardmobili, Claan, DeciZium, Guestcentric, Movisol, Obidos Records
- Company Presentation Session II: 4- 6 innovative companies present in front of a panel of international corporate and financial investors
Experts Reviewers:
François Tison (360º Capital Partners), Frédéric Lardieg (Vodafone Ventures), Heitor Benfeito (InovCapital), Nicholas Steiner (NDS Group plc)
Presenting Companies:
ANJE - Enoteca Douro, Competinov, EZ4U Team, Oricane, PMEbox, WonderTrack
- Welcome Day 02: Vladimiro Feliz - Municipal Council of Porto
Diogo Vasconcelos - APDC
Mário Rui Silva - ON2
Nelson Souza - Competiveness Programme - QREN
- Apresentação Yoni Bloch: Yoni Bloch é co-fundador e CEO da Interlude - Interactive Video Technology. Conhecido e talentoso músico israelita, compositor e cantor, além de empreendedor hi-tech. Utilizador intensivo da Internet, destacou-se pela primeira vez em 2003, ao divulgar online o seu primeiro álbum. Desde então, tem lançado as mais variadas iniciativas criativas através dos meios online e tem desenvolvido formas inovadoras de promoção e distribuição de música, através da empresa onde foi co-fundador, a Interlude.
- Debate: Digital killed the radio star? A Música e o entretenimento na era digital : A perspectiva da música
Desde o fecho do Napster em 2001, as vendas de música gravada caíram dramaticamente, ao ponto de a indústria se ter tornado numa referência incontornável quando se fala sobre o poder disruptivo da Internet. O crescimento da partilha ilegal de ficheiros e a interrupção do "ciclo de substituição" (de vinis por CDs, por exemplo) provocaram uma queda das receitas das editoras de música nos formatos tradicionais. Será esta alguma vez compensada pelas vendas de música em formato digital no I-Tunes e seus pares?
Nas rádios, uma indústria "irmã" da edição musical, o digital traz outras dores de cabeça. A transferência de receitas para o "online", onde as rádios não conseguem replicar a sua quota das audiências, acentua e prolonga o impacto da crise, parecendo provável que as receitas das rádios Portuguesas em 2010 fiquem abaixo das de 2000. Projectos de "streaming" na Internet como o Spotify.com ou o MyWay.pt estão a ganhar aderentes, e as telecomunicações móveis vão desenvolvendo os seus serviços de música por subscrição - será este o futuro da distribuição de música?
Num contraste flagrante com a "morte lenta" da música gravada, a música ao vivo parece mais viva que nunca. A actual rainha do Pop Lady Gaga encheu o Pavilhão Atlântico com bilhetes a mais de 50 euros e para as grandes estrelas como os U2 existirão sempre marcas globais dispostas a patrocinar mais uma "tour". E apesar do preço dos bilhetes, sobra sempre dinheiro para a "t-shirt" e o restante "merchandising". Estará a música mesmo em crise?
A perspectiva do entretenimento
Em Setembro de 1999 a AOL comprou a Time-Warner, o maior grupo mundial de "media" à altura. O seu modelo de acesso exclusivo por assinatura parecia ser a única solução para rentabilizar os conteúdos na Internet. Apenas um ano mais tarde, a Google desmontou aquele preconceito, lançando a plataforma de publicidade contextual AdWords, a maior fonte de financiamento de conteúdos gratuitos na Internet até à data. Em Abril de 2003, a Apple acrescenta mais uma variável a esta equação: lançando o I-Tunes, dava o primeiro passo para montar a maior plataforma mundial de venda "à peça" de conteúdos digitais.
Via publicidade, por subscrição ou à peça: como vão os consumidores pagar pelos conteúdos no futuro? Poderão os agregadores de conteúdos a nível local influenciar este equilíbrio ou estarão sujeitos a um modelo imposto à escala global? A MEO e a ZON cobram a maior parte das receitas por subscrição enquanto nos seus vídeo-clubes e nos cinemas da Lusomundo são pagos à peça. No Sapo, a PT convive com o modelo de pagamento via publicidade, aparentemente com sucesso. Terá o interesse da ZON na via da publicidade morrido com o 5º canal gratuito?
Caso o pagamento por subscrição perca importância para os agregadores, conseguirão os produtores de conteúdos libertar-se do "jugo" da agregação e cobrar directamente ao consumidor? Conseguirão os grandes grupos de "media" locais - a RTP, a Impresa e a Media Capital - tornar os seus conteúdos exclusivos numa oferta "over-the-top"? E conseguirão os especialistas da produção de conteúdos atrair audiências relevantes se quiserem curto-circuitar os agregadores?
Moderadores:
Henrique Monteiro (Impresa)
Miguel Cadete (Blitz)
Pedro Morais Leitão (APDC)
Comentadores:
Ana Hernandez - Universal
António Mendes - RFM
Carlos Marques - Myway
David Fonseca - Musico
Henrique Fonseca - Vodafone
Ilídio Nunes - Trem Azul
Jaime Fernandes - RTP
Jel - Artista
João Teixeira - Ericsson
José Antunes João - ZON Lusomundo
Luís Montez - Rádio Capital / Música no Coração
Mário Sousa - TMN
Nuno Artur Silva - Produções Fictícias
Nuno Gama - Optimus
Pedro Ribeiro - Rádio Comercial
Rogério Canhoto - HavasMedia
Vera Pinto Pereira - Portugal Telecom